domingo, 30 de setembro de 2012
there's a way of letting go
domingo, 16 de setembro de 2012
Re-amar.
Amar.
domingo, 29 de julho de 2012
this is the place...
sábado, 7 de julho de 2012
and I'm not coming home.
domingo, 17 de junho de 2012
we're alone now and i'm singing this song to you.
domingo, 22 de abril de 2012

E pegaram na mão um do outro como quem colhe uma flor. Seguraram com delicadeza, mas firmes para terem certeza que jamais soltariam. Riram por dentro, riram muito, e mostraram um pouco por fora. Abraçaram-se mais uma vez, felizes por saberem que não era um adeus, e sim um olá eterno que se repetiria por todos os dias. Olharam, observaram, viram. Miraram um ao outro por muito tempo; os olhos, as bochechas, as curvas do rosto, cada pedaço em uma tentativa de aprender. Aprender o outro, aprender sobre si, aprender sobre o amor.
E beijaram-se, com carinho e ao mesmo tempo paixão, como se tentando expressar todo o sentimento em apenas um ato. Juntaram-se em um, no corpo, alma e amor. Juntaram-se, com a promessa de nunca soltar.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
when there's a burning in your heart.

E eu que sempre me achei pequena demais para caber nesse amor nosso, por fim me perdi em sua infinitude. Não sei mais seu limite, se é que existe, então vago. Desarrumada, nua, descabelada, cansada, descalça, perdida. Eu vago, deslumbrada. Incrédula das cores e sons criados, atônita. Seria possível não ter notado antes? Não perceber seu tamanho e beleza? Será possível não verem os outros? Pergunto sem resposta, em silêncio ou gritado, não há respostas. Há eu e há você. Sim, nós. Nunca criamos nada, mas fizemos tudo. Tiramos o riso de cada lágrima compartilhada e da dor separada se fez o mel, com o qual adocicamos os momentos azedos. Desajustados, sempre, cantarolamos músicas desconhecidas até sabê-las de cor. Porque assim memorizamos um ao outro, pela repetição e curiosidade, e agora não nos resta um pedaço sequer. Meu? Teu? Nosso. É apenas uma pessoalidade perdida, vagando em direção oposta a minha, a se emaranhar cada vez mais. E eventualmente sumir.




